Há anúncios que passam na televisão e são esquecidos no dia seguinte. E há anúncios que ficam no ouvido e são falados durante anos, o spot “IVA” da Rádio Popular é um destes casos.
Produzido pela Um Segundo Filmes, realizado por Marco Oliveira e com direção de fotografia de Pedro Negrão, este anúncio tornou-se um clássico. Foi repetido e repetido e ganhou vida própria fora do ecrã.
Neste artigo, vamos olhar para os elementos que transformaram uma ideia simples num dos anúncios mais reconhecidos da televisão portuguesa.
O spot tem tudo aquilo que uma boa ideia precisa para ganhar vida:
A razão é simples: ideias claras envelhecem bem, enquanto formatos mais complexos tendem a ficar datados rapidamente. Este spot publicitário ganhou longevidade porque tem identidade própria e não depende de tendências visuais ou tecnológicas. Baseia-se num insight humano que continua atual.
A expressão “IVA, ó IVA!” cresceu para lá da campanha original e passou a fazer parte do vocabulário coletivo, algo que geralmente dura muito mais do que qualquer formato mediático. Ainda hoje, muita gente se lembra espontaneamente do spot e da sua frase, o que continua a reforçar a notoriedade da Rádio Popular.
A agência QA Publicidade partiu de um insight simples: quando o preço baixa, todos reparam.
A Um Segundo Filmes transformou essa ideia num momento minimalista mas cheio de ritmo.
A campanha não só atingiu os objetivos, como os ultrapassou. Mas o que realmente se destacou foi o que aconteceu depois: o anúncio entrou na memória coletiva, algo que poucos spots conseguem alcançar. Mostrou que uma boa ideia não precisa de elementos complexos para funcionar; basta que seja clara, autêntica e entregue no momento certo.
Para a Um Segundo Filmes, este spot continua a ser um caso exemplar de como a combinação certa de equipa, visão e simplicidade pode transformar um benefício comercial numa campanha icónica.
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